Tenho me visto obrigado a ler algo (ainda que pouco) sobre serviços de referência e bibliotecas escolares. Ok, quem me conhece sabe o quanto eu detesto (ou destestava?) essas duas palavras como futuro bibliotecário. Ainda bem que sou uma pessoa mutante. Adoro mudar de idéia, basta apenas me convencer com bons motivos.
Em relação ás bibliotecas escolares, estou passando por uma. Final de curso é bom aproveitar passar para executar experiências em todo e qualquer centro de informação e, de uma maneira ou outra, posso ter auxílio na especialização em Didática e Metodologia do Ensino Superior. Não foi de caso pensado, mas creio que uma coisa pode complementar a outra.
mas o que mais me deixou pasmo, foi minha mudança quanto ao repúdio que eu tinha da disciplina de “Referência”. Ainda não me apaixonei por esse serviço quase que social das bibliotecas, mas minha burrice anterior não me permitia perceber algo simples: ali está envolvido o usuário e não há ambiente melhor para conhecê-lo. O que fazer? Unir o útil ao desagradável. por que não estudar o inclusão digital através do uso de tecnologias diversas como proposta para um serviço de referência e ampliá-la para os serviços online das bibliotecas?
Algo me diz que boas idéias podem surgir disso. Espero que se concretizem, e assim postarei aqui. Caso não, publico aqui também, afinal pesquisa e experimentos, certos ou errados, têm que ser compartilhados.


Prezado J.M.:
Trabalho numa biblioteca escolar da rede munucipal de Vitória/ES, sou estudante do 8º Período em Biblioteconomia e creio que o serviço de referência numa unidade dessa natureza é o que há de mais importante para o desenvolvimento do sujeito não só como estudante e professor mas também como cidadão.É como vc mesmo disse: é um trabalho quase social, porque nesse serviço não podemos ficar restritos apenas em suprir as necessidades de conhecer e compreender da comunidade mas entendermos sobretudo sentimentos, pensamentos e contextos que a estruturam.