E se estudarmos a intenção do usuário?

Estou cada vez mais apegado aos sistemas de armazenamento de dados online. Qualquer tipo de dados. E nisso incluo o Google Docs e o Google Bloco de notas. Por vezes leio algo que desperta meu interesse e se não tenho acesso à Internet não perco meu tempo anotando num papel. Isso simplesmente porque antes eu anotava em papel, e sempre perdia o maldito.

Li rapidamente em algum lugar (não lembro onde porque apenas passei os olhos nas primeiras palavras do texto e não tive acesso a Internet em seguida) que existe tanta informação atualmente circulando nas infovias que a questão de organização já está descartada. Não porque não seja mais necessário organizar informação, mas pelo fato de que é impossível organizar (até mesmo automaticamente) um fluxo produtivo tão grande que é incalculável.

A questão é estudar o usuário, na sua forma mais interessante, como receptor de informação, ou seja, ser perspicaz o suficiente para interpretar os anseios do consulente, porque a informação, de uma forma ou outra, ele irá encontrar.

Imaginemos a Web Semântica com seus agentes capazes de “varrer” um certo ambiente recheado de metadados descritores de informação. Imaginamos? Então agora temos que portar isso para o ambiente real, não virtual. O usuário é a fonte de informação que dispomos para criar elos de uma cadeia para que a informação lhe seja entregue. Por vezes ele nem nota (outras vezes nem nós notamos) o quanto suas (poucas) informação são valiosas e capazes de produzir um sistema eficiente.

Não pretendo aqui (e seria pretensão demais) dizer que os métodos de organização devem ser esquecidos e, a partir de hoje, utilizaremos apenas o estudo do usuário como base para lhe fornecer a informação mais relevante possível. Não! A união do foco no usuário + a organização de informações devem continuar fazendo (e melhorando) com que a expectativa do usuário seja alcançada. Mas quem sabe analisar o usuário a partir de um olhar onde a “semente” não é sua ação, e sim sua intenção, sua cognição,já que muitos de seus objetivos não são perceptíveis?

Vou pensar mais sobre isso. :)

0 Respostas para “E se estudarmos a intenção do usuário?”


  1. Não Há Comentários

Assine o feed


Assinando o feed você pode receber as atualizações do blog em seu agregador.

Licença

Creative Commons License
Acesso livre à informação, desde que os créditos sejam mantidos.

Arquivo