A Web 2.0 trouxe grandes possibilidades para o Cientista da Informação (e por que não dizer para o Bibliotecário também?). A possibilidade de tratar informação na Web lançou grandes perspectivas para um profissional (Bibliotecário) que estava apenas preocupado em classificar, indexar e catalogar objetos informacionais, arrastando sua vida entre quatro paredes de uma biblioteca cheirando a mofo e com milhares de infiltrações, sem nem ao menos estabelecer contato com os usuários.
Mas o usuário não é o foco central da Biblioteconomia? Deve ser! Mas ainda hoje, muitas vezes, ele é esquecido em prol de uma bela classificação com 16 dígitos que permite ao profissional que classificou uma obra exibir orgulhosamente uma bizarra arrumação de estantes.
A perspectiva da Web 2.0 trouxe a idéia de não executar trabalhos estagnados, e sim distribuídos, com o foco no usuário. Afinal, ao criar um wireframe ou o layout definitivo de um site, ou estabelecer os critérios de programação que serão utilizados na busca interna por informações, caso o usuário não se satisfaça com os resultados ele buscará o site do concorrente, que ele julga possuir melhor relevância. Afinal, dentre 158.209.426 sites espalhados pela Internet, algum satisfará esse usuário.
O artigo de Valeria Pesce mostra essa mudança de foco da Web 1.0 (estática) para a Web 2.0 (dinâmica). Ela utilizou um quadro que mostra as diferenças no tratamento da informação nessa mudança, e como ela mesmo menciona, “mais exemplos podem ser adicionados”. É um boa e básica idéia de como as mudanças de paradigmas são bem interessantes.


Olá, Jackson.
Acessei o blog por meio do google alerta. Li alguns dos seu posts. Achei-os bem interessantes.
Vou já incluí-lo no meu leitor de RSS. Sucesso.
Abraço cordial, direto do Distrito Federal.
Dimas
Olá Dimas!
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