Particularmente não gosto nem um pouco da colagem de fitas adesivas na lombada de livros, sejam de qualquer tipo. Mas a identificação é necessária para, digamos, um mínimo de organização. A possibilidade de poder identificar as obras sem jogar esse grude nelas é deveras interessante. Note como Valerie Madill solucionou esse problema.
Identificação de lombadas sem etiquetas
Publicado Quarta-feira, 16 Julho, 2008 Livros 1 ComentárioTags: Etiquetas
Automação de bibliotecas, com critérios
Publicado Terça-feira, 15 Julho, 2008 Bibliotecas 0 ComentáriosTags: Automação, Software livre
Bibliotecários, como a maioria dos tecnicistas, são moldados. Muitas vezes acabam apenas reproduzindo, durante toda sua atividade profissional, os mesmos métodos arcaicos para eles empurrados dentro de uma universidade. E esse molde também se dá com relação aos softwares para gerenciamento de uma unidade de informação, uma vez que ele conhece três ou quatro softwares e seu sonho profissional é trabalhar com, especificamente, um ou dois.
Quantos já foram contratados para organizar acervos, não importando o tamanho, e fizeram o contratante gastar tubos de dinheiro na compra de um software que 80% das funcionalidades nunca serão utilizadas?
Não contam que devem, como mostra Adelaide Ramos e Côrte, criar um método de avaliação consciente, analisando critérios pertinentes.
“[...] qualquer iniciativa de informatização de uma biblioteca ou centro de documentação deve, primeiramente, identificar a cultura, missão, objetivos e programas de trabalho da organização; as características essenciais da biblioteca com relação à sua abrangência temática, serviços e produtos oferecidos; os interesses e necessidades de informação dos usuários; a plataforma tecnológica existente na instituição em termos de software e hardware, bem como sua capacidade de atualização e ampliação, além dos recursos humanos disponíveis”. (CÔRTE et al., 1999)
Existem livros e artigos, na sua maioria antigos, sobre avaliação de software para automação de unidades de informação que, de uma maneira ou outra, valem a pena serem consultados para uma seleção criteriosa, baseada em aspectos notáveis de avaliação.
- Automação de bibliotecas e centros de documentação: o processo de avaliação e seleção de softwares
- Avaliação e seleção de software para automação de centros de documentação e bibliotecas
- Proposta de um método para escolha de software de automação de bibliotecas
E talvez possamos pensar na implantação de um software livre, não é mesmo?
- Modelo de automação em bibliotecas baseado na filosofia open source: uma análise social e tecnológica
- Software livre: modelos de seleção como subsídio à gestão bibliotecária
- Software livre para bibliotecas, sua importância e utilização: o caso Gnuteca
Existem muitos outros artigos, em português, inglês e francês; e o Google está aí.
Quando a leitura é incentivada…
Publicado Quinta-feira, 10 Julho, 2008 Vídeos 0 ComentáriosTags: Cultura, Leitura
Via bibamigos.
Uma estante virtual bem interessante
Publicado Terça-feira, 8 Julho, 2008 Bibliotecas 0 ComentáriosTags: Livros
Já pensou em poder vasculhar prateleiras de livros na Web? Esta é a intenção do Zoomii, uma estante virtual baseada no Amazon.com, de onde coleta informações sobre as mais variadas obras de vários gêneros.
O serviço é relativamente lento, uma vez que gera as 25 mil capas de livros disponíveis e torna bem mais difícil encontrar uma obra do que através de buscas em um catálogo (isso lembra uma biblioteca?), mas a idéia é muito interessante.
Via Meio Bit.
As duas culturas: e uma segunda leitura
Publicado Segunda-feira, 7 Julho, 2008 Livros 0 ComentáriosTags: Ciências, Cultura
O livro “As duas culturas: e uma segunda leitura” realmente me surpreendeu. Não esperava que um livro baseado numa palestra de 1959 fosse tão tocante no que diz respeito a contrapontos existentes entre cientistas e literatos, ciências naturais e humanidades. Diferenças que, por vezes, nem pensamos que seriam tão evidentes mas que se tornam claras nas primeiras páginas do livro.
Como mencionei, o livro é baseado na palestra “Rede”, de 1959, proferida por C. P. Snow em Cambridge. Sua primeira parte diz respeito literal à palestra. Na segunda parte, escrita em 1963, sob o título de “As duas culturas: uma segunda leitura“, o autor faz uma avaliação dos resultados (não esperados) de sua palestra, das críticas e apoios que se despejaram sobre ela. Ainda, nesta segunda parte, o autor faz críticas muito mais contundentes que na primeira parte ao sistema industrial inglês (que, convenhamos, serve para nós até hoje) sobre o distanciamento entre ricos e pobres, patrões e empregados.
É um livro pequeno e de leitura agradável. Vale a leitura.
E a tal sociedade do conhecimento?
Publicado Quarta-feira, 2 Julho, 2008 Tiras 0 ComentáriosTags: Sociedade da informação, Sociedade do conhecimento
Ilustração do livro Design humor: the art of graphic wit, via Bibliotequices.






